Homicídio. Detenção. Prisão preventiva. MP. DIAP do Funchal

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O Ministério Público apresentou a primeiro interrogatório judicial um arguido pela prática de um crime de homicídio.

Os factos indiciam que o arguido, residente em Santana, na sequência de uma discussão com uma vizinha de origem alemã, agarrou-a pelos cabelos e submergiu a sua cabeça numa levada, impedindo-a, assim, de respirar e provocando-lhe a morte.

Na sequência do interrogatório judicial, e verificados os perigos de fuga e de perturbação do decurso do inquérito, foi aplicada ao arguido a medida de coação de prisão preventiva.

O inquérito prossegue, sob a direção da 2.ª Secção do Funchal do Departamento de Investigação e Ação Penal da Comarca da Madeira, com a coadjuvação da Polícia Judiciária (Departamento de Investigação Criminal da Madeira).